quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Apenas uma sombra


Oh! Confusa decisão
De minha amarga vida
Oh! Desilusão de minh'alma
Perdida em escombros
Desesperada em meio aos breus

O breu da noite que afoga
Que traiçoeiro me rouba
Humilha-me, enlouquece-me
O breu que ilumina o medo.

Pânicos de outrora
Jamais os esquecerei a partir de agora
Oh! Sombra indesejável
Roubaste a mim? Teu servo
Teu devoto apaixonado, por quê?

Que misericórdias caiam sobre vós...
Vós traiçoeiros mentirosos...
Vós que sois inseguros
Obsoletos....
E que por infelicidade
Nunca ousaram....

Apenas quem destemo pode ver
O caminho inóspito
Para o qual esta sombra nos leva
Só os corajosos podem alcançar
Os prazeres que nos reserva...

Sombra ilusória e surpreendente
Misteriosa imprevisível
Que entre milhões nos escolhe

Sombra compassível, amigável
Que assuta e acalma
Que não vê nada
Mas tudo sabe....
Tudo cria....
Tudo enxerga.

Capaz de ensinar
E crescer...
E trazer vida ou dor.
Ah!! Saudades...
Sombra... De apenas uma sombra
Que os poetas insanos
Ousam apelidar de amor!!!

Um comentário:

  1. Oi LARI..
    Nossa mto bom o poema..
    Gostei mesmo de verdade...

    Queria ter essa facilidade...

    Sempre q blogar me avise..
    Bjos
    Camis

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