
Os segredos confessos por um coração atordoado e apaixonado, muitas vezes frustrado decepcionado.
Não sei exatamente compor, não uso métrica, nem rimas propositais, sou apenas levada pela minha inspiração quando permito ouvir o meu coração.
Segredos...de uma menina, de uma mulher, o tempo foi passando e eu fui apenas retratando meus sentimentos, uma tarefa difícil e árdua, pois, por mais significados que uma palavra possa ter, raramente é possível expressar os sentimentos de uma alma por meio delas.
Mistérios... enigmas cotidianos, não resolvidos, mal compreendidos, a crise se indentidade assola, atormenta, e no fundo eu sou apenas mais um número dentre bilhões! Um único e insignificante número, que muitas vezes, passa despercebido.
Machado, Drummond, Shakespeare, Camilo Castelo Branco, Mário Quintana,Vinícius de Moraes, Fernando Pessoa, Guimarães, Clarice, Cecília, Helena Kolody, Goethe, Camões... tantos nomes eternizados que influenciam e inspiram a sociedade... inclusive a mim! Eles não foram apenas um número, e se foram, representaram a voz de muitos outros calados.
Vida de um tempo que não voltará mais... Passagem de ano qeu consigo traz a renovação... Fidelidade das coisas mortais, porém, eternas enquanto vivas... Ferida... de um amor que dói e não se sente... Amor puro e pecaminoso, sublime e realista... olhar de ressaca, hipnotizante de uma cigana oblíqua e dissimulada... Onde os sonhos de outrara encontram a sua hora, uma hora de estrela onde permanece a escolha entre o ser e o não ser, pois esta é a questão!
Aprendizados... e a consciência de que não devemos tentar escrever o poema perfeito a vida toda, se deixarmos que o poema escreva a nossa vida.
Os melhores escritores não são os que possuem todo o tipo de técnicas, mas sim, aqueles que viveram intensamente, que amaram, que sofreram, que lutaram, afinal, escrever sobre algo que vemos é fácil, superficial, sub-reptício, mas escrever sobre o que vivemos ou sentimos é mais complexo, mais emocionante, mais real e sem dúvidas... muito mais apaixonante!